O Corinthians dá início ao segundo turno do Campeonato Brasileiro neste domingo, às 16h (de Brasília), enfrentando o Bahia em Salvador. Este confronto não é apenas uma disputa pela sexta posição na tabela, mas também reflete a rivalidade crescente entre os dois clubes nos bastidores.

A insatisfação do Corinthians se deve à saída de Kauê Furquim do Parque São Jorge em agosto do ano passado, que ocorreu por R$ 14 milhões, valor correspondente à multa rescisória do contrato na época. Os dirigentes paulistas acusam o Bahia de "aliciamento ilícito e imoral".

O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, chegou a determinar o rompimento das relações institucionais com o Bahia, acionando a Fifa e a CBF. Atualmente, Kauê Furquim integra o elenco profissional do Bahia, onde já disputou nove partidas, marcando dois gols e fornecendo uma assistência.

Após o episódio envolvendo Furquim, o departamento de futebol do Corinthians tentou uma aproximação ao negociar a contratação do atacante Kayky. Embora as bases salariais e o tempo de contrato estivessem acordados, a diretoria estancou a negociação ao considerar que seria incoerente firmar um acordo com o Grupo City. Kayky acabou se transferindo para o Internacional.

Com essa rivalidade se intensificando fora de campo, os dois times agora se preparam para o duelo dentro das quatro linhas. O Corinthians, que venceu suas últimas três partidas, ocupa a sétima posição na tabela, com 27 pontos, enquanto o Bahia está em sexto, com 26 pontos. Uma vitória é crucial para o Corinthians, que busca uma vaga na Conmebol Libertadores da próxima temporada.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original