O clássico entre Cruzeiro e Atlético-MG, realizado no Mineirão, terminou com a vitória do Galo por 3 a 1, marcando um momento de recuperação para a equipe em meio a dias difíceis. O resultado foi crucial para a moral do time, que vinha enfrentando críticas e instabilidades. A partida, que teve um estádio lotado e uma torcida adversária predominante, começou de maneira favorável para o Atlético, que conseguiu abrir o placar logo no início.
Domínguez, técnico do Atlético, fez ajustes na escalação devido a lesões de jogadores como Vitor Hugo e Cuello, optando por uma formação defensiva com três zagueiros e uma dupla de ataque composta por Alan Minda e Cassierra. Desde o apito inicial, o Atlético se mostrou confortável em campo, adotando uma estratégia de jogo direto e eficaz.
O primeiro gol veio após uma jogada pela esquerda, onde Bernard encontrou Renan Lodi, que cruzou para Minda. O equatoriano finalizou com precisão, colocando o Atlético em vantagem. A equipe continuou a dominar a partida, e Cassierra teve um papel fundamental ao sofrer um pênalti, que foi convertido por Maycon, ampliando o placar para 2 a 0.
Com o controle do jogo, o Atlético manteve uma defesa sólida, evitando que o Cruzeiro criasse oportunidades claras. No segundo tempo, mesmo com a pressão inicial do rival, o time se reorganizou e voltou a marcar, desta vez com Cassierra, que aproveitou um cruzamento de Lodi e aumentou a vantagem para 3 a 0.
A partida teve um momento de tensão quando Lyanco, já pendurado, se envolveu em uma falta, resultando em uma expulsão. Mesmo assim, o Atlético se manteve firme e, apesar de um gol de pênalti do Cruzeiro, não permitiu uma reação significativa do adversário. O desempenho foi uma resposta clara do grupo, que mostrou maturidade e controle sob a liderança de Domínguez.
Agora, resta saber se essa vitória será um ponto de virada na temporada do Atlético-MG.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original