A quinta-feira do São Paulo foi marcada pela lesão de Marcos Antônio. Artur, que estava em baixa no Botafogo, chegou ao Tricolor com a desconfiança de parte da torcida, que considerou a rápida negociação um erro. No entanto, em menos de um mês, a situação mudou radicalmente.

Apesar de ter registrado apenas um gol e uma assistência em cinco partidas, Artur se tornou uma peça-chave para a equipe. Ele foi titular em quatro dessas cinco partidas, enfrentando times como Internacional, Cruzeiro, Boston River, Vitória e O'Higgins, e ficou como reserva apenas na estreia da Sul-Americana, quando o time não era o titular.

A melhor performance de Artur foi contra o Cruzeiro, onde ele deu uma assistência para Ferreira, que marcou um dos seus três gols na partida. Além disso, ele sofreu um pênalti que resultou no primeiro gol e fez um cruzamento que culminou no terceiro gol do Tricolor.

A chegada do atacante também permitiu ao técnico Roger Machado montar a equipe em seu esquema preferido, com três atacantes. Desde a entrada de Artur, o São Paulo passou a atuar em um 4-3-3, com dois jogadores abertos e um centroavante. Artur, atuando pela direita, desempenha um papel importante na pressão sobre a saída de bola adversária, além de oferecer amplitude ao jogo e auxiliar tanto na marcação quanto na criação de jogadas.

No Botafogo, Artur havia participado de 12 jogos e marcado apenas dois gols nesta temporada. Sem espaço, ele foi negociado com o São Paulo, onde chegou por empréstimo até o final do ano. O Tricolor divide os salários do jogador com o Botafogo e, caso Artur atinja metas estabelecidas em contrato, o clube precisará