O zagueiro Arboleda fez um pedido formal à presidência do São Paulo para ser reintegrado ao elenco principal em um prazo de 48 horas. No entanto, a solicitação foi negada pelo clube.
Em sua comunicação, o defensor alegou a existência de uma “medida segregativa”, referindo-se ao fato de estar treinando separado do grupo desde o início do mês. Isso ocorreu após sua reapresentação ao São Paulo, após um mês no Equador, sem justificar sua ausência.
A diretoria do São Paulo explicou que a decisão de mantê-lo afastado do elenco se deve ao fato de ele ter retornado em condições inadequadas para treinar junto aos demais jogadores. O clube negou qualquer alegação de segregação ou discriminação, classificando a situação como uma medida disciplinar.
O São Paulo destacou que a ausência prolongada de Arboleda poderia justificar uma ação mais severa, mas optou por permitir que ele treinasse para recuperar sua forma física.
Afastado, o jogador planeja viajar novamente ao Equador durante a pausa para a Copa do Mundo, e o clube já está ciente de seus planos. Durante esse período, todos os jogadores, incluindo Arboleda, terão cinco dias de férias.
Com base em orientações jurídicas, o São Paulo descartou a possibilidade de que o zagueiro treine sozinho enquanto os demais jogadores estiverem de folga. Ele participou de um treino na sexta-feira, mas não estará disponível para o jogo contra o Remo no próximo domingo, sendo liberado para suas férias.
Vale lembrar que Arboleda havia abandonado a concentração do time antes do jogo contra o Cruzeiro em abril e demorou um mês para retornar, o que gerou notificações por parte do clube. Enquanto isso, o São Paulo continua buscando um novo clube para o defensor, que já recebeu propostas de times como o Vitória, embora nenhuma negociação tenha avançado até o momento.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original