Um incidente ocorreu durante o intervalo da partida entre Vasco e Vitória, na última quarta-feira, em São Januário, que terminou com a vitória do Vasco por 1 a 0. A súmula do jogo menciona uma confusão envolvendo membros da comissão técnica do clube e a equipe de arbitragem, desencadeada pela expulsão de Barros.
O árbitro Matheus Delgado Candançan relatou que Daniel Felix, coordenador de performance do Vasco, abordou a arbitragem de maneira “grosseira e ofensiva” ao se dirigir ao vestiário, questionando a expulsão de Barros e bloqueando a passagem dos árbitros. O documento também menciona que um funcionário, identificado como segurança do Vasco, teria tentado agredir a equipe de arbitragem, sendo contido pela polícia.
Além disso, três outros integrantes do Vasco, incluindo Nelcirio Franchin, treinador de goleiros, Admar Lopes, diretor executivo de futebol, e Felipe, diretor técnico, tentaram se aproximar dos árbitros. A súmula destaca que Felipe Loureiro proferiu ofensas, enquanto Franchin chamou o árbitro de “covarde, filho da p...”.
A confusão continuou quando a equipe de arbitragem se dirigiu ao túnel de acesso aos vestiários. Franchin teria tentado desferir um soco no quarto árbitro, mas foi contido novamente pela polícia antes de conseguir atingir o profissional.
Após o jogo, Felipe Loureiro foi novamente registrado na súmula por ofensas, afirmando: “O VAR te f...! Você vai ver que o VAR te f...!”. Admar Lopes, por sua vez, criticou a arbitragem, chamando-a de “uma bosta! Um lixo de arbitragem!”.
Em um pronunciamento, Admar Lopes expressou sua insatisfação com a atuação do árbitro, mencionando um histórico de erros em jogos do Vasco e pedindo que a CBF não escalasse o árbitro para partidas decisivas do clube. Ele também ressaltou que, apesar dos desafios, a equipe conseguiu conquistar a vitória.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original