Andreas Pereira, do Palmeiras, quebrou um jejum de quase três meses ao marcar um gol na vitória do Verdão por 3 a 0 sobre o Santos, na quarta-feira, pelo jogo de ida das quartas de final da Copa do Brasil. No entanto, a alegria foi ofuscada por uma lamentação.
Nesta semana, a Conmebol decidiu suspender o jogador por duas partidas na Libertadores devido à expulsão ocorrida em um confronto contra o Cerro Porteño. Embora já tenha cumprido a pena automática no jogo de volta, ele também não poderá atuar na partida de ida das quartas de final contra a LDU.
“Fico chateado, pois nunca fui expulso por agressão, não é do meu estilo de jogo. Acho que foi muito injusto comigo no cartão e na suspensão. Espero que os advogados do Palmeiras consigam reverter essa situação para o próximo jogo”, afirmou Andreas na zona mista.
A Conmebol ampliou a suspensão após considerar que houve uma agressão intencional de Andreas ao tentar se desvencilhar da marcação de Jorge Morel. Além da suspensão, o volante foi multado em US$ 4 mil, valor que será descontado das receitas do clube com direitos de transmissão. A decisão da entidade não permite recurso.
Após a expulsão, um representante do Palmeiras esteve na sede da Conmebol, inicialmente tentando anular o cartão vermelho, mas sem sucesso. Depois, o clube buscou descaracterizar a agressão mencionada na súmula do árbitro Gustavo Tejera, mas o pedido também foi negado.
Embora não jogue na Libertadores, Andreas está liberado para a próxima partida do Palmeiras, que acontece neste domingo, quando o time defende a liderança do Campeonato Brasileiro contra o Mirassol, às 18h30.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original