O Fluminense conquistou um empate importante contra o Independiente Rivadavia, terminando a partida em 1 a 1, com um gol de John Kennedy nos acréscimos. Apesar do resultado, a equipe precisa apresentar um desempenho muito superior para garantir a classificação às oitavas de final da Libertadores.
Embora tenha contado com retornos significativos e uma formação ofensiva sob o comando de Zubeldía, o time teve uma produção ofensiva aquém do esperado. O resultado foi mais fruto da sorte e da atuação destacada de seu goleiro do que de um bom desempenho coletivo.
A equipe, que foi elogiada como uma das melhores do futebol brasileiro há cerca de um mês e meio, atualmente apresenta dificuldades em vários aspectos: pouca criação, finalizações perdidas e vulnerabilidades defensivas, especialmente em jogadas aéreas.
O Fluminense mais uma vez terminou o primeiro tempo sem conseguir finalizar em direção ao gol adversário, tentando manter a posse de bola, mas sem sucesso nas conclusões. O Independiente, por sua vez, se mostrava mais eficaz ao recuperar a bola e criar oportunidades, obrigando o goleiro Fábio a realizar defesas importantes.
A dificuldade do ataque tricolor foi acentuada pela atuação abaixo da média dos atacantes, especialmente Canobbio e Castillo, que não conseguiam dar sequência às jogadas. O intervalo trouxe uma mudança de postura, permitindo ao Fluminense ameaçar mais o adversário, mas dois problemas recorrentes se destacaram: a ineficiência nas finalizações e a fragilidade na defesa em bolas cruzadas.
Após sofrer o gol, o time se descontrolou, mas Lucho Acosta se destacou como uma das poucas fontes de clareza em campo. A pressão no final, impulsionada pelo cansaço do adversário, resultou em uma chance que culminou no gol salvador de John Kennedy, mantendo as esperanças do Fluminense vivas.
Para avançar na próxima rodada, a equipe precisará vencer o Bolívar por três gols de diferença, um desafio considerável diante das dificuldades atuais.
Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original