O Cruzeiro se despediu da Copa do Brasil após perder para o Atlético-MG por 2 a 1, em uma partida marcada por decisões infelizes do técnico Artur Jorge. Desde o início do ano, a equipe tem enfrentado dificuldades, com oscilações no Campeonato Mineiro, ocupando a lanterna no Campeonato Brasileiro e sofrendo eliminações frustrantes nas competições continentais.

Com uma expectativa elevada, a derrota no clássico acentua o tom de frustração na temporada. O Cruzeiro entrou em campo com um leve favoritismo, mas não conseguiu confirmar isso em nenhum dos dois jogos da fase. Na segunda partida, a equipe repetiu a escalação, mas os problemas persistiram. O meio-campo apresentou falhas, prejudicando a mobilidade e a criação de jogadas.

O Atlético-MG dominou o primeiro tempo, enquanto o Cruzeiro finalizou apenas seis vezes, em contraste com as 14 tentativas do rival. Apesar do domínio, a Raposa conseguiu abrir o placar com um gol de pênalti de Kaio Jorge, que foi decisivo ao sofrer falta na área.

Na segunda etapa, o Cruzeiro teve mais espaço para atuar, mas a situação se complicou com a expulsão de Lucas Villalba, que deixou o time em desvantagem numérica. As substituições feitas por Artur Jorge não surtiram efeito positivo, resultando em uma equipe desorganizada que permitiu ao Atlético empatar e, em seguida, virar o jogo.

A derrota expôs as limitações do elenco e questionou o planejamento do departamento de futebol, além de evidenciar a rigidez tática de Artur Jorge. A busca por uma vaga na Libertadores se torna o principal objetivo em uma temporada que, até o momento, tem sido marcada por frustrações.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original