Em meio a uma nova polêmica envolvendo Palmeiras e Flamengo, o técnico Abel Ferreira fez referência ao que considera um erro de arbitragem na final da Libertadores de 2022, vencida pelo time carioca. Durante uma coletiva, Abel foi questionado sobre as recentes trocas de notas oficiais entre os clubes, que surgiram após o Palmeiras se manifestar nas redes sociais sobre uma denúncia contra o jogador Maurício, relacionada a um lance com Cacá, do Vitória.

O Flamengo respondeu à reclamação palmeirense citando lances favoráveis ao time paulista. Abel Ferreira, por sua vez, reiterou sua insatisfação com a não expulsão de Erick Pulgar durante a partida decisiva do torneio continental. “A final da Libertadores do ano passado é um asterisco que não vou apagar enquanto estiver aqui”, afirmou o treinador.

Ele também comentou sobre a dinâmica do futebol brasileiro e a necessidade de se manter unido diante de erros e acertos: “Se quisermos ser todos direitinhos, vamos todos ao Vaticano. Somos todos humanos, vão acontecer erros e acertos”.

Após a vitória do Palmeiras por 3 a 0 sobre o Fortaleza, nas oitavas de final da Copa do Brasil, Abel Ferreira explicou suas escolhas táticas, destacando a formação com três zagueiros, mesmo sem o capitão Gustavo Gómez. “Quando se joga um mata-mata, você tem que pensar em tudo”, disse o treinador, que elogiou a importância do jogador Emiliano Martínez em campo.

Abel também analisou o desempenho da equipe, ressaltando a necessidade de posicionamento e colaboração entre os jogadores. Ele mencionou que o time melhorou no segundo tempo, após uma correção de posicionamento e estratégias. “Precisamos correr bem, não muito”, destacou.

Além disso, o técnico falou sobre a gestão do elenco e a importância da meritocracia dentro do grupo. Ele destacou que todos os jogadores devem estar prontos para contribuir com a equipe, independentemente de quem esteja jogando no momento.

Por fim, Abel Ferreira comentou sobre a necessidade de todos os jogadores estarem alinhados, desde o goleiro até o atacante, para que a equipe possa alcançar seus objetivos. “Estou contente por ter quatro jogadores no ataque, mas a Fifa só me deixa jogar com 11”, concluiu.

Com base em reportagem de Globo Esporte — ver original